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Barragem do Tua é “instrumento de domínio territorial da EDP”

Barragem do Tua é “instrumento de domínio territorial da EDP”
  • 20 de Maio de 2015, 10:16

A Barragem do Tua é  um “instrumento de poder e domínio territorial da EDP”. Esta é a opinião de Paulo de Morais, candidato à Presidência da República nas eleições do próximo ano, vincada na conferência sobre o modelo de desenvolvimento para o Vale do Tua e Alto Douro, que decorreu em Mirandela, no passado sábado.
O vice-presidente da Associação Cívica Transparência e Integridade afirmou mesmo que, com esta barragem, serão os chineses a decidir o futuro da região. “A Barragem do Tua é para a EDP um instrumento de poder e domínio territorial. Muito em breve, a região de Trás-os-Montes e Alto Douro vai ser fortemente dominada por uma empresa que define o modelo de desenvolvimento, de distribuição territorial, o modelo de ordenamento e que curiosamente é gerida por uma empresa chinesa. Em última análise, é o presidente da China que vai decidir como é que gerido o solo nesta região”, considera Paulo de Morais.

O candidato às presidenciais considera que as sucessivas privatizações dos serviços, que poderão contemplar, brevemente, o sector das águas está a fazer sobrepor os interesses privados em detrimento dos públicos e causar um “retorno ao feudalismo”.


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