Trabalhar o caminho para a liberdade

Paulo Lourenço é o formador e o amigo, algures entre o professor e o confidente. Esta é apenas a segunda experiência de ensino em estabelecimentos prisionais deste quadro do ministério da agricultura, com uma experiência acumulada de 15 anos, e o que lhe apetece destacar à nossa reportagem é “a motivação e a vontade de aprender destas pessoas”, diferente doutros auditórios. Com duração de quatro meses, Paulo Lourenço explica o sucesso do curso entre os formandos/reclusos pelo impacto que este poderá ter nas suas vidas, quando saírem em liberdade: “eles são na maior parte filhos de agricultores, nasceram na agricultura e têm esta necessidade de terem esta licença, quer da condução de máquinas agrícolas, quer da aplicação de fitofarmacêuticos, que está incluído nesta formação”.
