Notícias Região

Depois ter sido eliminado para a Taça pelo Morais, o Rebordelo marcou a diferença neste jogo de campeonato, com uma vitória justa sobre a turma de Tomané, que tropeça na luta pela subida à 3ª divisão.

O Moncorvo continua a recuperar pontos dos seus adversários mais directos, ao ponto de fazer cair o Tirsense, como se viu Complexo Desportivo moncorvense.
Os transmontanos estão, de novo, na corrida pelo título de campeão ou segundo posto, que dá direito a subir de divisão.

Assistiu-se a um verdadeiro jogo de campeões com equipas determinadas a ganhar o jogo. Jogou-se, por isso, um futebol de alto nível técnico a toda a largura e comprimento do relvado, com muita circulação de bola e futebol apoiado. Com esta qualidade, não admira que os lances de perigo tenham sido uma constante para gáudio da assistência e incerteza do resultado.

Os locais entraram bem em campo e apostaram resolver depressa e bem, para depois, com mais calma, prepararem uma vitória gorda. Ao mesmo tempo proporcionava-se um espectáculo de futebol competitivo, com objectividade e poder de concretização.
Apesar dos forasteiros nunca deitarem a toalha ao chão e continuarem a tentar equilibrar e surpreender os alvi-negros, os locais tiveram uma tarde de muito acerto.

Não foi um grande jogo de futebol, mas ficou marcado pela emoção durante o golo do Bragança, que foi a única equipa a merecer a vitória.
A primeira parte da partida foi muito trapalhona, principalmente por parte dos homens de Dito, que desabafou, já no balneário, que este foi o pior jogo da sua equipa no campeonato.

Arrancaram em 1999 e, desde então, os seus nomes são, cada vez mais, associados a artesanato de qualidade e peças únicas. Falamos de Julieta Rodrigues e Rosário Diegues, duas bragançanas que pretendem levar o nome da terra a vários cantos do Mundo. “Orgulhamo-nos sempre que uma peça nossa é comprada e levada para outro sítio. É uma forma de demonstrar que aqui também se fazem coisas com valor e qualidade”, sublinham as artesãs.

I quando la última cisca de Febreiro se bai ampuntada pulas raças de sol de Márcio, zangúrria-se la calatriç de ls bielhos a las brigadas i ls uossos páran de le doler. Acubilha-se l lhume po riba de l Ambierno bielho, a guardar las brasas de Outubre inda çtante, mas yá naide assegura las risas de ls garotos que se scápan pulas jinelas de la scuola abiertas outra beç.

6
Assi fala l Gentiu. Responde l Gama:
– «Este que bés, pastor fui de ganado;
Briato nós sabemos que se chama,
Able na lhança mais que ne l caiato;
Zupiada ten de Roma la sue fama,
Bincedor ambencible, i afamado.
Cun el nun ténen, nien tener podírun,
L primor que cun Pirro yá tubírun.

La muorta bai culas outras?,
Pregunta-le Manolico al pai.
Deixa-la ficar, cuitadica,
Qu’eilha hoije nun bai.
Lhougo la respuosta pronta:
Eilha anda un pouco azarada;
Hoije fica por mie cuonta,
You la lhiebo pa la cebada.
- « primeira
- ‹ anterior
- …
- 2197
- 2198
- 2199
- …
- seguinte ›
- última »

