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Mirandela acolheu um seminário promovido pela Agenda 21 do Nordeste, que reúne os concelhos de Alfândega da Fé, Carrazeda de Ansiães, Macedo de Cavaleiros, Miranda do Douro, Mirandela, Mogadouro, Vila Flor e Vimioso.
A iniciativa contou com a presença de diversos oradores que demonstraram preocupação energética e apelaram à redução do consumo de energias contribuidoras para o efeito estufa, optando pelas renováveis. Os participantes adiantaram, ainda, soluções para a redução de custos protegendo o meio ambiente, mas mantendo a qualidade de iluminação

Uma empresa italiana, ligada ao fabrico de alimentos compostos para animais, quer instalar uma unidade fabril no concelho de Mogadouro. Para já ainda não se conhece o valor do investimento, mas, caso o projecto avance, está prevista a criação de cerca de 150 postos de trabalho directos.

A vila de Izeda prepara-se para receber a maior edição de sempre da Feira do Folar, que decorre de 30 de Março a 1 de Abril.
À aposta no cartaz de espectáculos, que inclui nomes como Quim Barreiros, junta-se o aumento do número de expositores, que passam de 12, em 2006, para 55. Mais de metade serão de folar a artesanato, ao passo que os restantes dividem-se por sectores como os tractores, alfaias agrícolas e automóveis.

De 30 de Março a 2 de Abril, a AEPGA organiza o Passeio de Burro Por Tierras d l Rei, que terá início em Campo de Víboras e passará por diversas aldeias dos concelhos de Vimioso, Miranda do Douro e Mogadouro.

Depois de uma vida ao serviço do dono, os burros têm, agora, uma forma de passarem o resto dos seus dias com dignidade naquele que é o primeiro lar de Terceira Idade pensado para as necessidades desta raça autóctone.
Trata-se de um projecto da Associação Para o Estudo e Protecção do Gado Asinino (AEPGA), criado em Duas Igrejas, no concelho de Miranda do Douro, que visa acolher animais em fim de vida.

“Que farei com este livro?” Esta foi a questão colocada, várias vezes, por Luís de Camões quando regressou da Índia, em 1570, e enfrentou uma série de obstáculos para publicar os “Os Lusíadas”.
As dificuldades vividas pelo poeta e as intrigas na Corte do rei D. Sebastião foram protagonizadas, na passada terça-feira, pelo grupo de teatro da Escola Abade de Baçal.

É certo que já lá vão quase dois anos, mas as três estórias “com sabor a Nordeste”, da escritora Regina Gouveia (natural de Parada, concelho de Alfândega da Fé), resplandecem o Nordeste Transmontano como poucas obras.
A obra marcou a estreia da autora na ficção, depois de uma caminhada pela poesia e por reflexões sobre as práticas educativas, não fosse ela professora de Física e Química.

Neste maciço montanhoso encontramos: lobos (Canis lupus), raposas (Vulpes), javalis (Sus scrofa), corços (Capreolus), ouriços-cacheiros (Erinaceus europaens), texugos, a lebre (Lepus capensis), o coelho bravo (Oryctolagus cuniculus), a toupeira (Talpa occidentalis Cabrera), a doninha (Mustela nivalis), leirões (Rattus), a lontra (Lutra), o gato bravo (Felis silvestris Schreber), a cegonha branca (Ciconia), a perdiz comum (Alectoris rufa), a codorniz (Coturnix), a galinhola (Scolopax), o pombo bravo (Columba oenas), a rola (Streptopelia turtur), o cuco (Cuculus canorus), a andorinha dos beirais (Delichon urbica), o rouxinol (Luscinia megarhynchos), o melro (Turdus merula), o gaio/pigarra (Garrulus glandarius), a pega (Pica pica), o corvo (Corvus covax), o peneireiro cinzento (Elanus caeruleus Desfontaines), o gavião (Accipiter nisus), morcegos, a noitibó, a toutinegra, a gralha, o amarelante, o pica-pau, as salamandras de pintas amarelas (Salamandra), rã verde (Rana perezi Seoane), sapo (Bufo) cobras, lagartos, víboras, viborões, escouparinhos e cobras de água.

Barrenhão, s.m. O m.q. barranhão.
Barrenho, s.m. Alguidar de barro.
Barrigueira, s.f. Correia que passa pelas cavilhas do jugo e pela barriga da besta de carga.
Bárrio, s.m. Bairro.
Barrunta, s.f. Indivíduo labrego.
Barzulaco, s.m. Individuo simplório, um zé-ninguém.
Basqueiro, s.m. Barulho, barulheira.
Bate-cu, s.m. Queda de nádegas. Jogo de rapazes.
Batel (Ê), s.m. Joelheira.
Bater, v. int. Descobrir o local.
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