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Com um pé na igreja e os olhos postos na mesa cerimonial, os máscaros de Ousilhão (Vinhais) espreitavam a coroação do novo “Rei” e “Vassais”.
Aconteceu no passado dia 26 de Dezembro, dando por cumprida uma das mais emblemáticas tradições de Trás-os-Montes e Alto Douro: a Festa de Santo Estêvão.
Enquanto se distribuía o pão bento ao som da caixa e gaitas de foles, o pároco Telmo Afonso oficializava a parte cristã duma cerimónia carregada de rituais pagãos.

Está patente na galeria de exposições do Centro Cultural Mestre José Rodrigues, em Alfândega da Fé, a exposição “Festas de Inverno em Trás-os-Montes”. Trata-se de uma mostra de pintura da autoria de Luís Canotilho que aborda a temática das Festividades do Ciclo de Inverno em Trás-os-Montes.

As principais unidades e cooperativas de Trás-os-Montes já transformaram mais de 8 milhões de quilos de azeitona, que renderam mais de 1,2 milhões de litros de azeite.
Nas últimas semanas da campanha olivícola 2007/2008, a Associação dos Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro (AOTAD) verificou uma redução nos rendimentos médios, que se situam nos 15 por cento em toda a região. Em relação à acidez, os valores rondam os 0,3 por cento, pelo que se pode considerar um nível bastante aceitável.

À luz da candeia, a população de Romariz, no concelho de Vinhais, reuniu-se na casota de Santo Antão, no passado dia 22, para reviver mais um serão tradicional do Mundo Rural.
As tradições estão enraizadas no quotidiano destas gentes, que contaram histórias, entoaram lendas e até recordaram algumas rezas, que, outrora, serviam para curar pessoas e animais ou, simplesmente, para espantar o mal.

Para imortalizar a arte que fez história no Felgar, o PARM - Projecto Arqueológico da Região de Moncorvo quer criar um núcleo museológico dedicado à olaria nesta localidade.
Segundo Nelson Campos, os espanhóis andam pelas aldeias do concelho de Torre de Moncorvo a apanhar objectos de barro sem qualquer identificação de origem.

Longe vão os tempos em que a família Rebouta, natural do Felgar, concelho de Torre de Moncorvo, passava os dias a moldar diversas peças em barro, que eram utilizadas na cozinha tradicional. A substituição do barro pelo ferro levou ao declínio da olaria, pelo que, actualmente, Sebastião Rebouta é o único oleiro no sul do distrito de Bragança.
Este artesão vai trabalhando, apenas, para manter a tradição da sua família. Abraçou o ofício desde tenra idade, altura em que começou a ajudar o pai a fazer testos e recebia um tostão por cada peça. Com o passar dos anos foi aprendendo a moldar peças de diversas formas e feitios, mas, actualmente, vê a sua arte à beira do fim, uma vez que não tem seguidores.

As associações comerciais de Bragança, Chaves, Vila Real e Viseu e a Sourcingest vão cooperar para implementar os projectos “RGA – Clube de Compras” e “Mercado de Sonhos – Clube de Vendas”.
Trata-se de uma parceria única no País, que visa dinamizar o comércio tradicional, através da implementação de um sistema de promoções e de uma central de compras com plataforma digital.

A Avenida da Estação, que na primeira parte da segunda metade do século XX foi um espaço urbano destacado em Macedo de Cavaleiros, está abandonada há cerca de dois anos.
O espaço foi alvo de uma reestruturação urbana que se tornou um calvário para os comerciantes. As obras prolongaram-se muito além do previsto no caderno de encargos, com direito a vários desvios e condicionamentos do tráfego, que resultaram em inevitáveis implicações no sector comercial.

A Junta de Freguesia de Mirandela (JFM) já entregou os prémios anuais de mérito aos melhores alunos do 12º ano. Este ano, foram três os galardoados e, segundo a organização, a distinção foi bem merecida, uma vez que concluíram esta etapa dos seus estudos com médias a rondar os 19 valores. Carla Fernandes, Noemi Santos e Pedro Souteiro já entraram para a Universidade, tendo ingressado nos cursos de Engenharia Aeroespacial, Instrumentista e Medicina, respectivamente.
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