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Notícias Região

Terminou no passado Sábado a XXIV edição da Feira de S. Pedro. Caído o pano, o presidente da Associação Comercial e Industrial de Macedo de Cavaleiros (ACIMC), António Cunha, faz um balanço positivo da edição de 2007 que considera a que mais público fez deslocar ao Parque Municipal de Exposições. De facto, houve quatro dias de verdadeiras multidões no recinto da Feira, especialmente naqueles que coincidiram com as actuações de Tony Carreira, Quim Barreiros, Michael Carreira e André Sardet.
Nasceu em 1973 em Vila Boa (Vinhais). Licenciado em Antropologia, tem dedicado à região transmontana grande parte da sua investigação, com especial interesse para as questões da identidade, da religiosidade, do jogo e do género.
Foi lançado, no passado sábado, no Centro Cultural de Bragança o livro “Bem Perto do Céu – A Novena-Retiro da Senhora da Serra” da autoria de Luís Vale. O culto da Nossa Senhora da Serra (Nogueira) é a grande temática da obra, que visa sistematizar esta prática. Trata-se de um trabalho de investigação inédito pois, até à data, não havia registos sobre o maior culto popular da região do Nordeste Transmontano. “A linguagem utilizada ultrapassa o âmbito estritamente académico a partir do momento em que as Juntas de Freguesia e Confraria se interligam ao estudo, pois trata-se de um objecto que interessa a toda a comunidade”, explica o investigador.
O Centro de Ciência Viva vem preencher um vazio no Corredor Verde do Fervença, espaço intervencionado no âmbito do programa Polis. As margens do rio proporcionam bons passeios pedonais, é certo, mas animação nunca foi o forte desta zona de lazer. Além de dois cafés e de um ou outro jogo de água, os atractivos ao longo do Fervença resumiam-se a passeatas (a pé ou de bicicleta) e momentos de descontracção num dos bancos ou esplanadas existentes. Hoje, pelo contrário, há muito mais para ver, a começar pela Casa da Seda e a acabar no edifício principal do Centro de Ciência Viva.
O Santo é o Senhor São Pedro, orago tutelar da célebre aldeia de Lagarelhos que não está no Guiness Book por descuido das eminentes autoridades, e descarado desleixo dos actores da peça parlamentar em devido tempo representada com tanto ardor como se fossem profissionais num teatro de programação exigente assim a modos de Old Vic. Há na vida momentos em que o tempo começa arrastar-se notavelmente, como se hesitasse em avançar, fixando-se numa data, numa recordação, numa atitude. Talvez ganhasse em saltar o tempo, no entanto, o Santo por esta altura do ano aparece-me por cima da paisagem esteja onde estiver. O galo ao qual está intimamente associado, chamava a atenção das companheiras quando iniciei a marcha quotidiana, recordei-me da mancha no currículo do Santo, mais em jeito de desculpa por não o visitar há muitos e muitos meses, do que para lhe assacar pecados pois até os santos os cometem, grandes, enormes a motivarem grossa penitência.
Nem tudo são más notícias para Bragança, pelo menos no que concerne a ser um bom lugar para viver, como demonstra um estudo realizado pela DECO e recentemente publicado. Bragança ficou posicionada em quarto lugar sendo superada apenas por Viseu, Castelo Branco e Aveiro e seguida imediatamente por Viana do Castelo e Braga. Ao mesmo tempo fez-se na Europa um estudo idêntico no qual foram estudadas setenta e quatro cidades da Espanha, Itália e Bélgica e Bragança ficou posicionada num honroso vigésimo terceiro lugar.
Dos produtos com fibra, aos de “baixo teor de gorduras e pobres em calorias” (mas excessivamente ricos em açúcares de todo o tipo), até às dietas mais extravagantes que se possam imaginar, passando pelos comprimidinhos sem rótulo e de fabrico duvidoso, que mais não fazem do que hipotecar a saúde física (e não só!!!) de quem os consome, há toda uma parafernália de produtos que se destinam a combater, com rapidez e eficiência máxima, o excesso de peso e melhorar a saúde e a estética de quem os consome.
O Grupo Desportivo de Bragança passa por uma das piores crises de sempre a nível directivo. O auditório da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Bragança serviu para reunir um grupo de sócios, 36 no total, que mostram quase sempre o interesse pelo clube. Zé Adriano presidiu a esta conversa no seu último dia como dirigente, pois demitiu-se e mostrou total desagrado pela falta de elementos da Mesa da Assembleia-Geral. Desta forma, a Assembleia-Geral, que tinha como propósito eleger uma direcção para o clube, não passou de uma pequena conversa de amigos entre gente interessada no Desportivo. Assim, Zé Adriano confidenciou aos sócios que há mais de 38 mil euros a pagar às Finanças e que o clube só teve conhecimento depois de o processo entrar em execução.
A Escola Crescer conquistou o ceptro do Distrital de Infantis depois de brindar o GDB, na penúltima jornada do Campeonato Distrital de Infantis, com um triunfo por 3-1. Na verdade, esta equipa de Nuno Pereira demonstrou, desde o início da prova, um potencial altíssimo, mas que nem sempre andou na mó de cima. Na 1.ª fase do campeonato, a Escola Crescer apresentou-se com um futebol equilibrado, talentoso, mas sem mostrar todas as suas capacidades. Talvez por isso, tivesse perdido os duelos com os brigantinos de Costinha. Nas palavras do técnico da Escola Crescer, Nuno Fernandes, “a equipa do Desportivo apresentou-se muito forte na 1.ª fase e foi bastante superior”. Efectivamente, neste período, a Escola Crescer só conheceu a derrota com os seus congéneres canarinhos e por uma margem assombrosa, descartando, hipoteticamente, a luta pelo título, apesar da duração da competição.