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Notícias Região

O ARA – Associação Alfandeguense não perdeu nenhum jogo no Torneio em Barbezieux /Barret (França), mas não passou do 5º lugar na competição, o que causou muita revolta entre os jogadores portugueses, já que o ARA ganhou um jogo e empatou quatro, não tendo sofrido nenhum golo. Para a organização, os golos foram decisivos, mas a vitória por 2-0, frente à equipa local de Barbezieux, no último encontro fez desesperar os transmontanos.
Decorridos 42 jogos, o torneio do Campo Redondo, em Bragança, está prestes a entrar na 2.ª fase, que se iniciará na próxima sexta feira. No grupo A, já está tudo decidido, faltando apenas saber quem consegue o apuramento na 2.ª posição, já que o Águias F.C., de Vimioso, venceu tranquilamente esta série, à frente das Construções Liberato e Soutelo Gamoeda, que à hora do fecho do jornal se defrontavam.
Passada mais uma jornada do Torneio de Futsal de Rebordãos, não houve grandes surpresas e alterações nas classificações dos seis grupos. No grupo A, a equipa da AS Sebastião reforçou a liderança, após bater sem dificuldades o Vai de Gás, por uns secos 3-0. Na 2.ª posição surge esta equipa que, tendo protagonizado uma dupla jornada, amealhou apenas um ponto frente ao Espinhosela, no primeiro confronto dos espinhoselenses.
O Grupo Desportivo de Torre de Moncorvo (GDTM) já tem preparado um plantel forte e muita ambição para o campeonato que se avizinha. No entanto, ainda persiste a mágoa por continuarem a ser obrigados a disputar a 3ª divisão Nacional na série B e não na A como gostariam, onde poderiam (além do factor competitivo menos complicado e distâncias menores nas deslocações) ter boas fontes de receita nos derby’s com Bragança, Macedo de Cavaleiros, Mirandela e com o estreante Morais.
Após ter ultrapassado vários desafios para concretizar os seus sonhos, Paula Lopes afirma que o facto de ser mulher nunca foi um obstáculo. “Ser mulher não é nenhum obstáculo, muito pelo contrário. Não é pelo facto de sermos mulheres que temos que ter uma força redobrada para conseguirmos vencer, basta conseguirmos entender qual é a nossa posição e não entrar em conflito com essas situações”, frisou a autarca.
Aos cinco anos, Paula Lopes deixou a sua terra natal para se fixar na Torre D. Chama. Na altura, veio com o pai que decidiu investir numa farmácia naquela freguesia do concelho de Mirandela e começou a nutrir um sentimento de afecto pela terra que a acolheu. Aos 41 anos, Paula Lopes é presidente da Junta de Freguesia da Torre e empresária no ramo da Saúde. Responsável pelos destinos da vila e pelo bem-estar da população, a autarca afirma que tem lutado para que a localidade ganhe mais vitalidade. Por isso, decidiu dar o exemplo com a ampliação da Farmácia Cruz Pires, um negócio de família. A par deste investimento, a autarca também está a trabalhar na criação de uma Clínica Médica e de Fisioterapia, contribuindo para que a Torre “deixe de ser uma vila adiada e se transforme numa vila digna”.
76 Naqueilha sigurança l rei miraba Cun que l Gama probou l que dizie; I cierta cunfiança le quedaba, Crédito firme, an quanto del salie; Nas palabras dezidas el pensaba, Balor d’outoridade el eilhi bie, Ampeça apuis a dar por anganhados Catuales corrutos, mal julgados.
La mie purmeira beç Fui alhá pa las lhameiras, No cerrado de tiu Gaspar No meio duas carbalheiras. Eilha dixo: brincamos un pouco, Mas nun quiero que acunteça. Mas lhougo l picanço Ampeçou a perder la cabeça
An Agosto, nas férias, íbamos para Sendin... Era cun mies primas i bezinas (Eirene, Marie, Alice, todas trés nietas tamien de miu abó Manuel Paixareiro; Sabel, nieta de tiu Antonho Xordico, que fui tamien depuis pa la França; i mais outras inda...) sien squecer mie armana Fátima, trés anhos mais nuoba, que trocábamos segredos: “Sabeis, aqueilha tie (i la tal antre nós que rebelaba l segredo até andicaba l nome de la criatura, abaixando la boç quando passábamos na rue al lado dua deilhas) ye mesmo bruxa !” “Nun me digas! Respundie you, siempre mui admirada. I cumo ye que sabes ?” Mas la repuosta, antretanto, siempre me dei de cunta que era mui pouco firme cumo se la palabra “bruxa” bundasse para mos abisar que nun gustábamos de la tie; muita beç porque achábamos que tenie malo feitiu ou un cumportamiento stranho ou zagradable... Dende até acraditar tamien que la criatura tubisse partes cul Diabo, era qualquiera cousa mais difícele, nien tanto de eimaginar, mas si de antender !