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Notícias Região

O “Tio Joaquim” é apenas um dos gaiteiros que dá corpo à compilação “bi benir l`Gaita”, um CD que imortaliza os sons tipicamente rurais que vão caindo no esquecimento por terras de Miranda e Vimioso. A beleza do instrumento perdura no tempo, mas os rostos de quem transborda alegria quando entoa as músicas tradicionais estão, cada vez mais, vincados pelos sinais do tempo que vai passando ano após ano.
O Jornal Nordeste e o diário La Opinión – El Correo de Zamora acabam de estabelecer uma parceria com vista ao intercâmbio de informação. O objectivo é partilhar dados informativos de inegável interesse para ambos os lados da fronteira, como é o caso da peça publicada no início desta página, relativa à nova ligação Vale de Frades- Villarino Tras la Sierra.
Foi um jogo contra o líder, com o Póvoa a apresentar uma equipa forte e os miúdos do Académico a mostrarem melhorias. Para quem está em competição, pela primeira vez, até foi um bom jogo.
O Clube Académico de Bragança comemorou, no passado sábado, 39 anos de vida ao serviço do desporto e está a caminho da ternura dos 40. Recorde-se que esta instituição desportiva nasceu a 8 de Dezembro de 1968 e já marcou muitos pontos, a nível internacional. Este feito assinalou-se na modalidade de hóquei patins, principalmente na área das camadas de formação. No entanto, o futebol foi a modalidade rainha nos anos 70. Daqui saíram grandes jogadores e uma das referências foi o ponta de lança Fernando Malan, que bem poderia ter brilhado no Benfica, Porto ou Sporting.
Grande jogo de Futsal no Pavilhão de Bragança. Mais de meia centena de pessoas deram o seu tempo por bem entregue, mas a vitória do Mirandela é injusta e só foi possível devido à classe do Lino “Zizou”, possivelmente o jogador mais parecido com o ex internacional francês Zinadine Zidane.
Com muita disciplina, a turma de Ângelo Gonçalves foi à Povoa de Varzim ganhar por um resultado expressivo: 5-1. Assim fica renovada a esperança de uma prova mais tranquila e a permanência começa a ser cada vez mais real. Apesar de tudo, foram os poveiros a marcar à passagem do minuto cinco, com Tó a aproveitar uma desatenção do bragançano e a picar a bola sobre Huiguita.
Com 3-0 ao intervalo, confirmou-se o pior resultado para o Junqueira. Há sempre uma 2ª parte em que tudo pode mudar e foi o que aconteceu à equipa de Artur Pereira.
Quando uma equipa consegue vantagem tão grande na etapa primeira e, na etapa segunda, a outra equipa consegue reduzir, é normal dizer-se que cada uma das equipas teve supremacia numa das metades, e poucos acreditarão ter havido equilíbrio ao longo do jogo. Mas o que aconteceu foi um jogo de equilíbrio entre 2 equipas muito fortes e com boa filosofia competitiva, em que os índices de eficiência e a estrelinha ditaram o vencedor do jogo.
Quem vê jogar o GDB não compreende como é possível ainda não ter conseguido uma vitória. Mais uma vez, sofreu uma derrota pesada, quando foram os miúdos de Bragança a dominar o jogo quase de princípio ao fim. Uma desatenção de Zezé deu o primeiro golo aos flavienses. Livre directo e o pontapé de Peixeiro a encontrar facilidades inesperadas num jovem guarda – redes. Aliás, o Chaves foi três vezes à baliza e fez três golos.