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Foi um jogo muito equilibrado que mostrou a mão do técnico da equipa da Terra Quente. Este grupo de juvenis, que tem cinco elementos de iniciados, começa a prometer jogar de igual para igual com as outras equipas.

As duas equipas realizaram um jogo espectacular, agressivo e, acima de tudo, com lances de futsal de encher o olho.
No entanto, foi a maior capacidade técnica transmontana que levou para o intervalo uma vantagem clara de 5-2.

Num encontro em que o Macedense acusou o favoritismo do Modicus, a formação de Sandim venceu tranquilamente uma partida nem sempre bem disputada.
Partindo como grande favorito à vitória final, o Modicus entrou dominador, usufruindo de sucessivas falhas dos transmontanos, que perderam o Norte nos primeiros minutos. Não fosse o guardião macedense, Paulo Santos, e a turma de Rui Costa poderia encaixar uma série de golos nesta fase. Mas, depois de tanto insistir, Montenegro inaugura a contenda, num desvio ao 2.º poste. O Macedense pareceu, então, acordar, respondendo com eficácia na primeira vez que se acercou da baliza de Tasaka. O golo de Pica trouxe nova alma aos visitantes, libertando-se de algum receio que traziam nas pernas. O Macedense pegou no jogo, obrigando a turma local a correr atrás do esférico. Mas, contra o sentido do desafio, Pedrinho e Montenegro fixam o placar em 3-1, antes do descanso.

O Académico de Mogadouro estreou-se, em casa, com um empate a quatro bolas.
Assistiu-se a um grande jogo de futsal entre duas formações bem estruturadas e com fortes argumentos na aguerrida II Divisão Nacional. O primeiro golo dos mogadourenses demorou apenas 3’ a aparecer, por intermédio de Ricardinho. Mas, no minuto seguinte, Douglas estabelece o empate, numa reacção dos alto durienses. No entanto, as tropas de Artur Parreira carregaram no acelerador e chegaram ao intervalo a vencer por 3-2.

Sem a habitual clarividência dos dois primeiros encontros, a turma tricolor sentiu grandes dificuldades para arrancar os 3 pontos, perante equipa pouco dotada tecnicamente, mas forte na organização defensiva.
Na primeira parte, a formação local empurrou os seus rivais para a sua área defensiva, mas sem grande perigo. Já o Sendim oferecia as despesas do jogo aos “favoritos”, tentando o contra-golpe ao mínimo deslize dos bragançanos. Com efeito, aos 33’, o treinador / jogador Carlos Silva teve a melhor ocasião da 1.ª etapa. O avançado corre sozinho largos metros com esférico, mas na altura de carimbar o golo, Armando faz uma grande defesa, anulando o 1.º da contenda.

Foi um jogo que começou com o golo da equipa da casa, num remate fora da área de Pedro.
Logo depois veio a reacção da turma do concelho de Vimioso, com um futebol vistoso, mas os vinhaenses estavam atentos a esta difícil equipa. Porém, não conseguiram evitar o empate aos 40”, com Bruno Coutinho a ganhar um ressalto com o guarda-redes.

As vitórias, o ex-líbris desta turma a sul do distrito de Bragança, ainda não tinham aparecido, mas, desta vez, com muito futebol e tantas oportunidades perdidas, principalmente na 1ª parte, o Moncorvo venceu o Famalicão.
Temia-se o pior, porque aos 38”, Queirós ao tentar evitar o golo minhoto acabou por marcar na própria baliza, mexendo com o grupo.

O Grupo Desportivo de Bragança (GDB) não só ganhou no Campo de Brito, como sobressaiu pela excelente capacidade de resposta nos obstáculos.
O jogo foi sempre bem controlado pelos canarinhos que não tiveram muitas dificuldades em travar os avançados da turma de António Carvalho.

O Morais deu, mais uma vez, boas indicações do seu futebol em Mondim de Basto, mas quando pegou no jogo, aos 20”, não conseguiu materializar em golos. Deu-se a lógica reacção dos pupilos de Felisberto, que pegaram no jogo e foram mais perigosos. Só que dois erros da defesa do Morais, já sobre o intervalo, deitaram tudo a perder.
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