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Integrado nas festividades da vila de Moncorvo, realizou-se nos dias 14 e 15 de Agosto o I Torneio Terra do Ferro, organizado pelo G.D. Moncorvo.
Além da equipa anfitriã, participaram nesta prova: Macedo Chaves e o S.C. Espinho.
No dia 14 de Agosto realizou-se o primeiro jogo da competição onde se defrontaram o G.D. Moncorvo e o Macedo de Cavaleiros que protagonizaram um jogo morno, tipo de pré – época. Ainda assim, os moncorvenses foram mais fortes e aos 41’, num lance em que o guarda – redes Miguel não fica isento de culpas, os locais marcaram o golo que lhes daria a vitória no encontro.

A Junta de Freguesia de Ferreira, concelho de Macedo de Cavaleiros, tem nova sede. A inauguração decorreu no passado dia 10 de Agosto, tendo sido assinalada por uma missa na igreja matriz, jantar convívio e animação musical com vários grupos musicais do concelho.

Do último número deste jornal retenho notícias acalentadoras no respeitante à criação de mais equipamentos culturais, especialmente de espaços museológicos na Terra Quente. Tudo quanto diga respeito ao enriquecimento cultural do Nordeste provoca-me alegria, no entanto, dada a grande abada de promessas fico apreensivo ante a sua concreta realização, mais ainda sobre o seu efectivo funcionamento. Os museus atravessam uma fase de ressurgimento impregnada de novos conceitos e novas representações, sendo significativo o aumento dos museus especializados dedicados entre múltiplos temas ao pão, ao chocolate, ao vestuário, aos sapatos, às tatuagens, e até à água como é o caso do Museu da Água Canalizada em Pequim (China). Segundo o ICOM compete “aos museus preservar, interpretar e promover o património natural e cultural da humanidade”. Sem pretender conferir a este artigo afloramentos técnicos importa relembrar a origem da palavra museu, proveniente da Grécia clássica.

Em tempos de profunda e agudizada crise económica, a maioria dos portugueses, principalmente os que mais a sentem na pele, interrogam-se acerca da origem dos avultados lucros dos grandes grupos económicos que operam no nosso país, entre outros, o sector da banca, dos seguros, das telecomunicações, as grandes superfícies e o negócio das cadeias alimentares.
Obviamente que não é necessário ser-se diplomado em economia, ou em qualquer outra área similar, para nos darmos conta de que muitas das grandes empresas que prosperam e respiram saúde financeira, de um modo geral, o conseguem porque encaram a actividade comercial numa perspectiva diametralmente oposta à dos agentes económicos que representam o chamado Comércio Tradicional, nomeadamente quanto à forma como se posicionam perante o cliente e os métodos utilizados para persuadir os destinatários do produto vendável.
Para que possamos ter a noção destas diferenças entre aqueles a quem, pela impertinência e vicissitudes do mercado, o negócio vai de vento em popa e estoutros que estão perante a iminência da “corda no pescoço”, vou submeter à apreciação do leitor dois exemplos que as confirmam, presenciadas por mim na “meca bragançana do consumismo”, o Fórum Theatrum.

Durante o fim-de-semana, a PSP de Bragança deteve três indivíduos por condução em estado de embriaguez e aplicou três contra-ordenações graves e outras tantas muito graves, por condução com taxas de alcoolemia superior ao permitido por lei.

Um morto e dois feridos, um grave e outro ligeiro, foi o resultado de um acidente no IP4. A colisão deu-se por volta das 20:40 horas, na passada quinta-feira, na zona do cruzamento de Vale de Nogueira, no concelho de Bragança.
Ao que foi possível apurar, o acidente terá ocorrido devido a uma entrada mal calculada na via, que resultou na colisão entre um veículo ligeiro e uma carrinha de transporte de passageiros.

A medida entrou em vigor em Março, mas os resultados negativos só agora começaram a surgir. Os cortes que o Governo efectuou no apoio ao envio de jornais para o estrangeiro vão penalizar a difusão da língua portuguesa nos países de acolhimento de emigrantes portugueses.
Com a redução do Porte Pago internacional, de 95 para 60 por cento, os jornais regionais foram obrigados a duplicar os preços das assinaturas anuais, um aumento nem sempre bem acolhido pelos cidadãos não residentes, que se sentem discriminados face aos leitores do território nacional.

Apesar de ser um local visitado por quem procura saber os horários dos comboios ou pretende, simplesmente, apreciar a beleza dos azulejos decorativos, a estação do Pinhão, no concelho de Alijó, encontra-se encerrada aos fins-de-semana e feriados.
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