class="html not-front not-logged-in one-sidebar sidebar-second page-noticias-regiao">

            

Notícias Região

Neste jogo estiveram frente a frente duas velhas glórias do Grupo Desportivo de Bragança nos anos áureos, os treinadores Joaquim Barros e Tino Sá. Pelo conhecimento que têm do futebol, só se poderia esperar um jogo muito equilibrado e acima de tudo com muito fair-play.
O Mãe d´Água foi surpreendido pelo último classificado do campeonato distrital da AF Bragança, na 1ª mão da Taça da Associação de Futebol / quartos de final. A equipa da casa não deu o seu melhor, levando o treinador João Genésio a tecer duras críticas, no final da partida, aos seus atletas.
O vento não deixou que as equipas dessem o melhor dentro das quatro linhas, apesar da entrega de todos os intervenientes de jogo. De facto, o vento levou o bom futebol que se perspectivava entre os vizinhos de Bragança e Vila Real.
Típico jogo de futebol de Inverno, jogado debaixo de chuva copiosa, com o terreno pesado a deixar perceber, desde o apito inicial, que a contabilização dos pontos poderia decidir-se em beneficio da equipa que menos errasse e soubesse aproveitar os erros do seu adversário.
Uma tarde cinzenta com o estado do relvado muito escorregadio. Não obstante, o público não deu por mal empregue o bilhete, porque assistiu-se a um bom jogo, com emoção e boas jogadas de ambas as formações.
Vasco Vaz garantiu ao Jornal NORDESTE que se demite, caso o seu projecto não passe na Assembleia, agendada para o próximo dia 12. Em causa estão dois meses e meio de vencimentos em atraso.
O Vila Meã foi a grande desilusão neste delicado jogo para o G D Bragança. A equipa de Amarante não conseguiu, frente a 10 elementos, durante mais de 40’ fazer uma jogada de ataque com princípio, meio e fim.
Parece que andam um pouco eufóricos os criadores de gado deste nordeste e com alguma razão. Na verdade, todas as regiões deste país chamam a si os galões para terem um ponto em destaque e que as classifique com algo que outras não têm.