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Depois de suceder a Jorge Fidalgo, presidente eleito pelo PSD em 2021 e que abandonou a presidência em agosto de 2024 para assumir funções como diretor da Segurança Social, António Santos, então vice-presidente, tomou posse como presidente substituto da Câmara de Vimioso. Nas autárquicas deste ano, confirmou a liderança ao vencer com 52,98% dos votos, iniciando agora aquele que assegura ser o seu primeiro e último mandato

Nélida Guerreiro e Sidney Martins estavam acusados de dois crimes de homicídio qualificado, dois crimes de profanação de cadáver, na forma tentada, um crime de incêndio e um crime de furto qualificado na forma tentada, que ocorreram, em Bragança, em julho de 2022. Ao arguido foi ainda imputada a prática de mais um crime de homicídio qualificado e de um crime de ofensa à integridade física qualificada. O coletivo de juízes deu como provados quase todos os factos pelos quais a dupla estava acusada

Pista de Gelo Natural, Rampa de Gelo Natural, Casa do Pai Natal, carrosséis, mini-roda e comboio infantil são as principais atrações

"Isto só pode agravar o fosso e concentrar mais gente nos mesmos sítios", esclarece o presidente do IPB, Orlando Rodrigues

Processo administrativo já se encontra publicado em Diário da República e no site oficial do município

Pedro Lima foi reeleito como presidente da Câmara Municipal de Vila Flor, nas últimas autárquicas. Nestas eleições, o concelho registou a votação mais expressiva. “Inovação” é a palavra-chave do autarca que se compromete em aplicá-la ainda mais no próximo ano

Em entrevista à rádio Brigantia e ao Jornal Nordeste a autarca de Miranda do Douro falou sobre os recentes ataques do lobo, a aquisição da máquina de rastos no âmbito de uma candidatura a fundos comunitários depois dos incêndios que assolaram a região em 2024 e adiantou que os dois grandes eixos de investimento no concelho continuarão a ser a agricultura e a cultural local

Os dados são da GNR, que este ano contabilizou, em Bragança, mais de 4 mil pessoas nestas condições

O Ministério Público (MP) deu razão às autarquias transmontanas que reclamavam o pagamento dos impostos relativos à venda das seis barragens do Douro, transacionadas em 2020 pela EDP à empresa francesa Engie. A decisão confirma que não houve crime por parte da elétrica portuguesa, mas determina que a Autoridade Tributária (AT) deve proceder à liquidação dos valores em dívida no prazo de um ano, num total superior a 335 milhões de euros.
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