Notícias Região

Dos nove museus ferroviários espalhados pelo País, a secção de Bragança é a única que se encontra “temporariamente” encerrada.

Com a privatização do Notariado em Portugal, o Estado poupa, todos os meses, cerca de 2,2 milhões de euros. Os números são avançados pela Ordem dos Notários (ON), que considera “uma verdadeira revolução” a reforma introduzida no sector a partir de Fevereiro de 2005.

Chegou ao fim a novela que os ambientalistas decidiram rodar na zona do Baixo Sabor. A Comissão Europeia (CE) deu luz verde à construção do aproveitamento hidroeléctrico, que deverá empregar cerca de 1.000 pessoas (!) numa empreitada que se estende a 2012.
A decisão da CE vem pôr fim a um braço de ferro que opunha, há demasiado tempo, grupos ambientalistas e autarcas, mais concretamente a Plataforma Sabor Livre e a Associação de Municípios do Baixo Sabor.

Dois dias após o último “clássico” Porto - Sporting, em futebol, a propósito do lance que deu origem ao golo que ditou a vitória do clube das Antas, um amigo meu, indisfarçavelmente “verde”, de refinado e inconfundível sentido de humor, ironizava a situação da seguinte maneira: “essa do critério do árbitro tem muito que se lhe diga!”.
Destas palavras, ainda que proferidas por alguém “suspeito”, pode-se deduzir que, mesmo para quem não tenha visto o jogo, ou nada perceba de futebol, havia a possibilidade de ter tido um desfecho diferente, caso o mesmo fosse arbitrado por outra pessoa.

Fui criado com princípios morais comuns. Quando era pequeno, as mães, os pais, os professores, avós, tios e os vizinhos, eram autoridades dignas de respeIto e consideração.
Quanto mais próximos ou mais velhos, mais afecto. Impensável responder de forma mal educada aos mais velhos, aos professores ou autoridades. Confiávamos nos adultos porque todos eram pais, mães ou familiares das crianças da nossa rua, do nosso bairro ou da nossa cidade.
Tínhamos medo apenas do escuro, dos sapos e dos filmes de terror. Tínhamos respeito por tudo o resto.
Hoje deu-me uma tristeza infinita por tudo aquilo que perdemos. Por tudo aquilo que os nossos netos um dia enfrentarão! Pelo medo no olhar das crianças, dos jovens, dos velhos e dos adultos.

O proprietário da pastelaria Forno d’Avó acusa os Bombeiros Voluntários de Bragança (BVB) de terem demorado cerca de 50 minutos a socorrer um funcionário que sofreu um acidente na panificadora da empresa, situada em Samil.
A vítima ficou sem parte de dois dedos da mão direita numa das máquinas da padaria às 4:30 horas da madrugada do passado sábado. Rui Costa contactou, de imediato, a PSP que o aconselhou a comunicar o sucedido ao 112. Contudo, só cerca de 50 minutos depois da chamada é que a ambulância dos BVB apareceu no local. “Entretanto liguei várias vezes e diziam sempre que estavam a caminho, mas sem aparecerem”, explicou o proprietário do Forno d’Avó.
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