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Notícias Região

A equipa da Auto Malaca conseguiu, no passado fim-de-semana, mais uma vitória para juntar ao seu já vasto palmarés, que está cada vez mais rico em termos de sucessos, sempre com os BRC a lutar pelos primeiros lugares. Assim na rampa Porca de Murça, Pedro Salvador venceu, uma vez mais, seguido por David Saraiva, também em BRC. Depois do triunfo na Serra da Nogueira, Bragança, Pedro Salvador repetiu o feito, desta vez na sempre espectacular rampa da Porca de Murça. Com esta vitória, Pedro Salvador reforça a liderança no campeonato de Montanha, provando que é dos melhores pilotos da actualidade neste tipo de provas.
Rui Ferreira da Silva marcou, uma vez mais, presença na rampa Porca de Murça, onde, ao volante do seu Mitsubishi Lancer EVO V, venceu o agrupamento de Produção e intrometeu-se na luta pelas dez primeiras posições. Assim, no final da prova, o jovem piloto de Vila da Feira falou-nos um pouco do fim de semana, começando logo por dizer que “ estava a ver que nem sequer ia alinhar, pois na altura em que tiramos o carro do atrelado para ser verificado, reparei que algo se passava com o turbo, pois deitou uma nuvem muito grande de fumo branco, acabando por se partir”. “Depois a equipa de mecânicos da Auto Mapusi, numa maratona de trabalho, que entrou pela noite dentro, acabou por rectificá-lo e no domingo estava tudo preparado para, deste modo, dar o meu melhor”, explica.
O novo Laguna prepara o regresso da Renault ao topo de gama, tendo sido concebido para ser robusto e fiável, a fim de figurar no TOP3 do seu segmento em termos de qualidade de produto e de serviço. As linhas desta nova aposta da marca francesa são dinâmicas, fluidas e elegantes, o que o leva, naturalmente, a fazer parte do mundo dos grandes estradistas, com um perfil ainda mais exclusivo e distinto na versão Break.
Para se analisar este jogo de juvenis, a contar para o Nacional de Juvenis, há que separar compleições físicas, estruturas de suporte, condições de treino e, obviamente, o factor de a equipa mais forte e mais habituada a este campeonato jogar na sua máxima força, enquanto que a outra espera ainda os seus atletas mais influentes do regresso de férias. Perante este cenário, a goleada perde algum impacto e, se a colocarmos à margem da partida, pode dizer-se que foi um jogo interessante, repartido, bem jogado, sem maldades, aqui e ali com genialidades a mostrar qualidades que indiciam bons futuros no futebol. Sendo o factor mais importante a diferença de níveis de objectividade e, principalmente, de eficácia.
O Mirandês saiu goleado do novo complexo de Prado por um já anormal 9-0, para os tempos de hoje. Com 3-0 ao intervalo, o Mirandês viu-se a perder logo aos 40 segundos de jogo, levando a turma de Miranda do Douro a modificar, muito cedo, a estratégia de jogo. Mas os minhotos não ficaram por aqui, muito pelo contrário, impuseram um ritmo de jogo bastante elevado, gerando muita confusão nas marcações dos transmontanos.
O equilíbrio foi a nota dominante no início da contenda, mas os transmontanos começaram, aos poucos, a assumir as despesas da casa, motivados pela sua grande falange de apoio. Logo aos 12’, Nelson Brito teve nos pés o 1.º tento da partida, mas, quando se pedia o remate, optou pelo passe a escassos metros do guardião Pinho. A partir deste momento, a turma local construiu bons lances de futebol, jogando a toda a largura do terreno, mas os bons cruzamentos dos laterais Peixe e André Novais esbarravam quase sempre na defensiva visitante. Roland, muito desamparado na frente, quase nunca teve espaço para finalizar, sendo, muitas vezes, apupado pelos adeptos.
O Morais, equipa que este ano se estreia na III Divisão Nacional Série A, perdeu a oportunidade de passar à II eliminatória da Taça de Portugal, frente ao principal candidato à subida no regional de Viana do Castelo. Logo aos 2’, a equipa do distrito de Bragança deu conta do recado ao marcar e mostrar que poderia seguir em frente, até porque o bom futebol na primeira parte foi dividido. De resto, a formação do Morais teve inúmeras oportunidades para superar os minhotos, mas o desleixo na hora da finalização ditou o equilíbrio no placar.
Excelente jogo de Taça, com bons níveis técnicos, muita disciplina táctica e com o jogo colectivo a funcionar muito bem. De vez em quando, as genialidades aparecerão, desequilibrando a contenda. Também de bola parada as formações fizeram estragos. Juntando a tudo isto, o sempre interessante sal, que são os golos e as remontadas no marcador, com uma equipa a conseguir uma vantagem de 2 golos e a outra a recuperar do prejuízo, em benefício do espectáculo.
Pelos seus historiais e currículos, Bragança e Vieira prometiam um jogo interessante e disputado, até porque se tratava de uma eliminatória da Taça de Portugal, mas o que se viu foi um banal desafio de III Divisão. Ainda assim, com o decorrer do tempo, o jogo melhorou. Na primeira parte, as equipas pareciam não estar muito interessadas em agradar aos poucos espectadores presentes – bola muito pelo ar e sem fio de jogo. Entretanto, neste mar de confusão, Marco Mobil pega na bola na asa direita, passa por toda a defesa minhota e acaba por marcar 1-0, a meias com a defesa Meira II, que assim marcou na própria baliza.