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Notícias Região

2 Ne l remanso Eiritreu, donde ampeçada Por Ptolomeu, Arsínoe bien se biu (De l nome de l'armana assi chamada, Que adepuis an Sueç se cumbertiu), Acerca l puorto stá de l'afamada Cidade Meca, que se angrandeciu Cula superstiçon falsa i profana De la milagreira auga Moumetana.
Sou l poeta popular Cun tan grande saber Que çconheço l balor De ls bersos que sei fazer. You fico cuntento An saber que bós sabeis Fazer de cuonta que you sei Ye un fabor que me fazeis.
O Cine Teatro de Torre de Moncorvo recebeu, no passado dia 12 de Agosto, o espectáculo de Danças Ibéricas interpretado pelo Ballet do Principado das Astúrias e pela Orquestra do Norte.
Até 10 de Setembro, Alijó retoma o conceito de “capital nacional da gravura contemporânea”, através da IV Bienal Internacional de Gravura do Douro. Esta edição, que conta com a participação de 47 países, representados por 166 artistas e 355 gravuras expostas, vai homenagear Paula Rego. A pintora dará a conhecer alguns dos seus trabalhos na Galeria de Exposições do Teatro Auditório Municipal de Alijó.
Urrós, concelho de Mogadouro, engalanou-se, no passado sábado, para comemorar as bodas de prata das corridas de toiros naquela localidade. A efeméride foi assinalada com uma grandiosa tourada, onde figuraram os nomes dos cavaleiros Rui Salvador e Batista Duarte, o novilheiro Morenito de Portugal e o grupo de forcados amadores de Alcochete. Se recuarmos no tempo, muitos são aqueles que se recordam que esta paixão foi transmitida pelos vizinhos espanhóis da região de Formoselhe, uma vila espanhola que está separada de Urrós pelo rio Douro.
Não há casa em Salsas, concelho de Bragança, que não tenha sido visitada pela Rosca, na passada sexta-feira. Entre doces, rebuçados e bebidas, o conjunto de pessoas vai angariando, ao som de música tradicional, verbas que servem para fazer face às despesas da próxima festa anual. Com uma origem que se perde na memória dos mais velhos, a Rosca de Salsas reúne, todos os anos, habitantes e emigrantes, ou simplesmente amigos da freguesia que visitam todas as casas com o objectivo de obterem dinheiro ou produtos para serem leiloados mais tarde. “Andamos de casa em casa e quem não pode dar dinheiro, oferece géneros que são arrematados à noite”, explicou o mordomo da festa deste ano, José Aragão.
Artesanato, pão, bolas de carne, fumeiro, azeite, mel e hortícolas foram alguns dos produtos que reinaram na Feira de Artesanato e Produtos da Região de Rabal, uma iniciativa que decorreu na passada quarta-feira. A mostra, organizada conjuntamente pela Junta de Freguesia de Rabal e Comissão de Festas 2007, marcou o arranque do programa da Festa em Honra de S. Bartolomeu, que se prolonga até ao próximo sábado, 25 de Agosto.
Deve o nome à sua localização, num vale, e a uma árvore que ali existia, o pereiro. A cerca de dez quilómetros da sede de concelho, Alfândega da Fé, Valepereiro vê a sua população aumentar no mês de Agosto, com a chegada dos “filhos da terra” que foram para o estrangeiro à procura de melhor vida. “Se não arriscássemos sair daqui, não teríamos modo de sobrevivermos”, referiu Altina Borges, habitante em Valepereiro. A juntar-se à falta de oportunidades, a população lamenta a perda de pessoas para trabalharem a terra, que sempre foi o sustento de Valepereiro. “Antes as pessoas dedicavam-se à agricultura, que era o único modo de ganhar a vida”, contou Albino Morais, emigrante em França.
Os apertos de mão marcaram o início do VII Encontro das Gentes Amigas da aldeia de Romariz, no concelho de Vinhais. No passado sábado, cerca de 60 pessoas participaram nesta festa, onde se registaram reencontros de pessoas que já não se viam há mais de 30 anos. Esta iniciativa, organizada pela Associação Cultural e Desportiva de Santo Antão de Romariz (ASSAR), promove o convívio e a união entre aqueles que partiram da sua terra natal em busca de uma vida melhor e regressam às raízes no mês de Agosto.