Opinião

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22/11/2016

A criatividade não de vende nas farmácias nem nas joalharias, ela é fruto da imaginação e travejamentos de vária ordem escorados em esteios científicos, culturais, técnicos, estéticos e éticos, os de maior calado segundo a minha opinião.

22/11/2016

Ora viva, alegre gente. Como vão esses dias, agora mais pequenos, as noites maiores e mais frias. Está bom para a castanha vos fazer companhia nesses serões compridos. Por exemplo, cozidas com uma pitada de sal e outra de erva doce, uma delícia. E foi esta a sugestão culinária da semana.

15/11/2016

Afinal, nada foi como tu pediras, há decénios, muito caro. Não ri, não contei nem ouvi estórias ou anedotas, não festejei nem encontrei piada alguma. Não consegui que assim fosse.

15/11/2016

O Alberto Fernandes era meu amigo dileto, confidente, um terceiro irmão cuja morte encerra tragicamente o capítulo da nossa participação na direção da Miguel Torga onde a sua cadeira desocupada cria um vazio impreenchível.

15/11/2016

O processo inquisitorial de António Manuel Lima (1) ganha uma importância excecional por várias razões. Desde logo por ter sido este réu o último “judeu” brigantino a abandonar as cadeias da inquisição de Lisboa.

15/11/2016

De acordos está o mundo farto e do seu incumprimento ainda mais. Felizmente para o país e surpresa dos céticos, que os acordos de esquerda se mantêm em vigor e, quando se previa que a engrenagem da geringonça deixasse de funcionar, ganha novo impulso e há orçamento aprovado para 2017.

15/11/2016

Foi-nos propagandeado que o aumento da dívida pública provocava o aumento dos juros. Em Portugal não foi assim. Aumentou a dívida e baixaram os juros. É esta a minha perplexidade pois isto não bate certo com a lógica, quando muito com a regra três de Vinicius de Morais “onde o menos vale mais”.

15/11/2016

Nunca se sabe tudo de coisa nenhuma. Falar de Fernando Pessoa é sempre tentar ir mais adiante buscando algo que ainda não foi dito ou escrito e que não chegou ao nosso conhecimento.

15/11/2016

De novo a minha crónica quinzenal vai beber num editorial do meu amigo Teófilo Vaz.

15/11/2016

O processo de destruição de Portugal já vem de longe, muito embora ninguém possa lucidamente defender que começou com a queda da Monarquia e a consequente implantação da República e muito menos com a perda das colónias.