A quatro meses de novo acto eleitoral a demagogia eleitoralista já é avassaladora. Persistem em destruir a Democracia (e Portugal), democraticamente. Prioritário, é endrominar o povo e arrebanhar votos.
Opinião

Estamos em plena época de festas, seja casamentos, baptizados ou outras celebrações festivas. Com os convites para as festas, chega a eterna questão crucial para os convidados: o que vou vestir?
Durante a Legislatura que agora termina, tive o privilégio de fazer parte da delegação Parlamentar da Assembleia da República à Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa.

Em tudo na vida procuramos os meios para suplantar os problemas que se nos deparam no dia-a-dia. Procuramos pontes que nos permitam passar para outras margens, eventualmente mais calmas. Umas vezes conseguimos encontrá-las, outras não.

Há dias Castro e Almeida demitiu-se do cargo de vice-presidente do PSD, soprando a notícia de modo a provocar acres embaraços a Rui Rio para gáudio de Marques Mendes e roda de comadres habituadas à intriga após o remanso prandial seja na procura de manter ou reconquistar migalhas de poder partidá
Nos últimos anos registaram-se na Europa catástrofes naturais e de origem humana graves: incêndios florestais, inundações, tempestades e sismos causaram a perda de vidas humanas - mais de 100 em 2018.

Recentemente, neste mesmo jornal, escrevi que o PAN ainda não se tinha alcandorado ao Olimpo partidário português. Implicitamente fazia votos para que tal não acontecesse ou, a acontecer, fosse um caminho estreito e longo. Nada disso.

Um novo míssil radioactivo de vergonha e humilhação acaba de ser lançado sobre o palácio de S. Bento, coração da Assembleia da República e do Governo, abalando fortemente os pilares do Regime.
A abstenção é um epifenómeno do acto eleitoral. Não há eleições sem abstenção. É uma forma de participação passiva no processo político. É uma forma de se auto excluir, de se alhear das escolhas políticas.

A minha primeira memória nítida tem 25 anos. A minha mãe a olhar para mim, eu com quatro anos, acabada de chegar do cabeleireiro com o cabelo, na altura pêlo de rato meio loiro, cortado à tigela.
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