Editorial

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O mês de Outubro é dedicado internacionalmente à sensibilização para o cancro da mama. Chamado “Outubro Rosa”. Em Portugal, a doença afecta cerca de 7 mil mulheres por ano e causa a morte a 25 por cento das vítimas.

Ainda nem chegou a segunda fase de acesso ao ensino superior e já estão esgotados os alojamentos para os estudantes do Instituto Politécnico em Bragança e Mirandela.

Por cada português que morreu de Covid-19, dez foram vítimas de doenças cardiovasculares. Estas doenças são a pandemia que mais mata em Portugal, dizem os especialistas. 

Noite longa a de domingo. Quanto mais tecnologia há, mais tempo se demora a saber os resultados eleitorais. É estranho, mas é verdade.
Deu-se a reviravolta e o distrito volta a ter mais câmaras de direita. Sete câmaras do PSD e cinco do PS. 

Chegámos ao tudo por tudo da campanha eleitoral. Estamos naquele momento em que só falta ouvir “vamos curvar as rectas e desfazer as curvas”. 

Na saga das Autárquicas 2021, no editorial da semana passada escrevi: “agora será que vamos ter direito à visita de Rui Rio? Para sabermos se há compromissos sérios assumidos pelo maior partido da oposição ao actual poder. Aguardaremos então para saber se fomos incluídos nessa agenda”. 

Era uma vez dois amigos que se encontraram casualmente e diz um para o outro: - Ou, onde vais? Ao que outro responde: - Não sei e tu? E este diz: - Eu também não sei, mas vamos rápido para não chegarmos atrasados!

Não foi o destino que nos trouxe até à condição a que chegámos no Nordeste Transmontano.

Começou o Inverno, depois de longos meses de desgraças que nos secaram a confiança e nos deixaram de frente com a crueza da vida efémera, contingente, desamparada, apesar da ciência, da técnica, da economia sofisticada, da política que promete paraísos, do amor que nos tapa as misérias.

Ninguém queria acreditar no que dizia um ministro desta república em conferência de imprensa, após uma reunião do Conselho de Ministros, na tarde da passada quinta-feira.

Na campanha para as eleições autárquicas de 2017 a então candidata e actual presidente do município de Mirandela assumiu publicamente que a recuperação do complexo do Cachão era uma prioridade para o seu mandato.

Custa-nos a acreditar no que temos presenciado depois das eleições nos Estados Unidos da América.