Mirandela sem vencer há quatro jornadas
Ter, 30/04/2019 - 11:13
Os alvinegros não vencem há quatro jornadas, somando neste intervalo dois empates e duas derrotas.
Ter, 30/04/2019 - 11:13
Os alvinegros não vencem há quatro jornadas, somando neste intervalo dois empates e duas derrotas.
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Ter, 30/04/2019 - 11:07
A ronda 21 do campeonato distrital terminou com o Bragança e o Carção separados por três pontos e o campeão só vai ser encontrado na última jornada, marcada para domingo. O cenário da época passada repete-se, se bem que na altura a distância entre Mirandês e Vila Flor era apenas de um ponto.
Ter, 30/04/2019 - 10:44
Olá minha gente!
Estamos chegados ao final de Abril e, passados mais de vinte anos, voltou a nevar no dia 24 de Abril. Como nos disseram os nossos tios e tias, “as zurbadas que vieram foram ouro que caiu do céu”. Agora é só esperar que as terras permitam que se comece a “vergar a mola”, o que deve acontecer em breve, já que o sol vai voltar.
Nasceu no Azinhoso, Mogadouro, cerca de 1580, sendo filha de Henrique Fernandes e Beatriz Lopes. Casou em Miranda do Douro, com Luís Lopes, então já viúvo e cerca de 20 anos mais velho. Em dezembro de 1618, ambos foram presos e levados para a inquisição de Coimbra, saindo penitenciados em cárcere e hábito em 29.11.1621.(1)
O casal vivia essencialmente da preparação de peles e venda de solas, para o que dispunham de uma dúzia de “pelames” e três “tinarias”, na ribeira do Fresno, junto à ponte. Mas também cultivavam a terra, podendo considerar-se médios agricultores, já que, quando foram presos lhe sequestraram uns 200 alqueires de trigo e 20 de cevada, 22 colmeias e 250 almudes de vinho, guardados em 5 cubas, conforme referido no inventário feito à data da prisão.
A casa de morada era na Rua da Costanilha e foi avaliada em 60 mil réis, confrontando de uma banda com a de Pedro Henriques e da outra com Jerónimo Henriques.(2)
Quando foi presa, Beatriz ia grávida e na cadeia gerou uma menina. Terá sido batizada com o nome de Antónia Lopes, encontrando-se, anos mais tarde, a viver em Medina de Rio Seco, casada com o Dr. Manuel Fernandes, um médico de Miranda do Douro formado pela universidade de Salamanca em 1633, a crer na informação dada pelo irmão Jorge.(3) Dele e dos outros filhos do casal vamos dar breve notícia:
André Lopes, nascido por 1699, mantinha-se solteiro e trabalhava com o pai.
Joana Henriques era casada com António Lopes, mercador, e o casal estava emigrado em Múrcia, reino de Castela.
Henrique Lopes, tendeiro, casado com Jerónima Garcia, vivia em Miranda do Douro.
Francisco Lopes era morador em Carção, onde fora casar com Ana Lopes.
Casado com Maria Lopes, irmã da anterior, estava Jorge Lopes Henriques, nascido por 1610, que foi preso pela inquisição em 1638, em seguida aos acontecimentos de Quintela de Lampaças e depois fugiu para Itália fixando-se em Livorno.(4)
A filha Maria Lopes, a essa altura estava em Lisboa, casada com Francisco Rodrigues, o marquês, de alcunha. E estes tinham dois filhos, de 10 e 4 anos, respetivamente, chamados Diogo e António Rodrigues Marques.(5) Em 1674, depois que a inquisição prendeu seu cunhado e sobrinhos Mogadouro, Maria Lopes fugiu para Inglaterra com o filho Diogo e a nora, Marquesa Rodrigues. Em 1677 ainda vivia em Londres, sendo referida nos testamentos dos ditos filho e nora.
Voltemos atrás, e acompanhemos Beatriz Lopes e o marido no regresso a Miranda do Douro, depois que saíram das celas da inquisição, vestidos com o humilhante saco amarelo decorado com a cruz vermelha. Por isso mesmo, em data incerta, Luís Lopes ter-se-á internado por Castela, a mercadejar, e ali construiu uma nova identidade passando a chamar-se Luís Carmona de Medina. Apesar da vergonha, Beatriz conseguiria refazer sua vida e dar-se ao respeito. A ponto de ganhar a confiança de pessoas como o cónego prebendado da Sé, Rev. Luís Álvares do Vale, que testemunhou a seu favor quando foi presa segunda vez, juntamente com 5 outros moradores da Rua da Costanilha, em 8.8.1643. E estas prisões marcaram o início de uma nova operação de limpeza da cidade.
Nenhuma denúncia específica foi feita contra Beatriz Henriques, antes foram denúncias iguais aos outros moradores da Rua da Costanilha. Foram 3 os denunciantes, cristãos-velhos: um homem e duas mulheres. Estas eram criadas de servir e aquele era o único cristão-velho morador naquela Rua, então a mais nobre e comercial da cidade. Chamava-se Francisco Pires, Trovisco de alcunha. E terá ficado despeitado quando pretendeu comprar uma casa junto à sua, mas foi preterido em favor dos vizinhos cristãos-novos. A ponto que, ele terá dito publicamente:
— Para o ano em qualquer casa ele quisesse morar na rua da Costanilha, ele faria despejar, porque haviam de prender todas as pessoas da nação.
Em substância, os três denunciantes disseram a mesma coisa e as palavras textuais do Trovisco terão sido as seguintes, conforme foi escrito no processo de Beatriz:
— Disse que geralmente na Rua da Costanilha, todas as cristãs-novas varrem as casas de fora para dentro às sextas-feiras, que ele vê; e que aos sábados saem com camisas lavadas.
Um pouco mais colorido foi o testemunho de Catarina Vaz:
— Disse que era verdade que, no tempo que serviu na Rua da Costanilha, pelo ver, que em casa de Francisco Esteves, Alonso de Leão, Gaspar Álvares, Manuel Mendes, Francisco de Castro, Luís Lopes, Diogo Lopes, Belchior Lopes mandam varrer as casas de fora para dentro e que às sextas-feiras mandam varrer as casas, alimpar e compor as candeias e vestiam camisas lavadas e se penteavam (…) e que nas sextas-feiras faziam o comer para os sábados, porque nos tais dias se não acendia o lume senão para quentar o comer (…) E as mulheres dos sobreditos se punham de capelos lavados e se vestiam de festa e não trabalhavam…
Embora as culpas fossem comuns aos outros cristãos-novos da Costanilha, a verdade é que em Beatriz ganhavam particular gravidade porque ela já fora penitenciada. Era relapsa e… para “acabar de atar os molhos” – como em Trás-os-Montes se diz – quando se viu de novo enclausurada em Coimbra, Beatriz meteu-se a fazer jejuns judaicos, certamente pedindo ao Deus dos Céus que a livrasse da prisão. Três dos seus jejuns foram vigiados e descritos no processo. Ganham interesse para o estudo dos comportamentos e gestos e alimentação dos prisioneiros. Veja-se um trecho, descrevendo uma ceia:
— Sendo já de noite e as estrelas no céu, pôs no regaço um pano e ali colocou um pão e trouxe de outra panelinha que tinha umas verduras cozidas as lançou em um prato, lançando-lhe azeite e vinagre e as comeu quase todas sem pão e depois comeu o dito pão e ovo, também com azeite e vinagre e ao cabo de comer bebeu um púcaro de água e depois tomou o pano e embrulhou e lançou sobre uma tábua que tinha posta na parede da casa.
De resto, o seu processo, para além de mostrar um pouco do viver quotidiano de Miranda do Douro, dá-nos algumas informações curiosas. Assim, ficamos sabendo que um casal de cristãos-velhos da aldeia de Cércio ia diariamente a Miranda a vender leite e o vendiam todo na Rua da Costanilha. E também nos fala de umas colchas brancas “que se fazem na dita cidade” de Miranda.
Em sua defesa, Beatriz apre-
sentou contraditas certeiras, lo-
go identificando os denunciantes e provando que eram seus inimigos. De pouco adiantou. Foi condenada à morte. E como a essa altura importava muito à inquisição provar a sua força, perante o rei D. João IV, nada melhor que organizar um grande auto-de-fé. E para o auto ser mais empolgante, foram levados réus de outras inquisições para Lisboa. Foi o caso de Beatriz Henriques, uma das 2 mulheres que, juntamente com 9 homens foram queimadas no auto-da-fé de 25.6.1645.
O Jornal Nordeste, na sua última edição, dá notícia de um projeto ibérico sobre o aproveitamento do lixo orgânico para integração em blocos de construção, filtros de substâncias poluentes, entre outros. Um dos parceiros, desta interessantíssima iniciativa, é a empresa intermunicipal Resíduos do Nordeste herdeira do projeto de recolha e valorização de resíduos urbanos, iniciado na Associação de Municípios da Terra Quente Transmontana de que fui dirigente operacional, entre 1993 e 1997. Foi um caminho longo que remonta à fundação da AMTQT, em 1982 mas que, há vinte e cinco anos, resolveu dar um salto qualitativo ao deliberar iniciar o processo de encerramento das quatro lixeiras a céu aberto e construir o Aterro Sanitário hoje gerido e mantido pela referida Resíduos do Nordeste. Aquilo que na altura parecia quase uma veleidade de difícil concretização (em crónicas vindouras irei abordar o tema desvendando algumas curiosidades e pormenores dos bastidores) é hoje a base sólida de outras veleidades como a maior valorização dos resíduos que chegam diariamente ao aterro. Longo e rico esse caminho, que foi evoluindo nas realizações e, felizmente, nas ambições crescentes fruto da liderança competente mas, igualmente e por isso mesmo, do desenvolvimento do conhecimento e dos avanços tecnológicos e científicos, nesta área. O que era na altura uma ambição de realização difícil e duvidosa, é hoje um dado adquirido e quase banal. Por outro lado, pormenores e situações banais na altura, conquistaram, para os dias de hoje, relevância e importância crescente. Mudaram, com o tempo, não só as mentalidades (é bom não esquecer a dificuldade com que se fez e conseguiu fazer aceitar a instalação do aterro), mas igualmente os conceitos e a forma como são vistos e aceites (ou não!).
Ainda há pouco tempo era sinónimo de progresso e urbanidade, sem qualquer censura ou recriminação, a limpeza total das ruas (e até caminhos) de toda a vegetação recorrendo, frequentemente e sem restrições a herbicidas e outros meios de eliminação de ervas e pequenos arbustos. Isso é, definitivamente uma ideia em mutação, não só pela condenação crescente do uso do glifosato e derivados (apesar de continuar a resistir à sua ilegalização), como inclusivamente é questionável a eliminação da vegetação rasteira, mesmo que por meios puramente mecânicos. Para quê e com que objetivo se “limpam” as ruas, caminhos, passeios e valetas da vegetação rasteira e natural? Para além de humanizar a paisagem, servem para manter a biodiversidade e restringem a erosão, com todas as consequências benéficas no controle das crescentes inundações recorrentes nos ambientes urbanos. Ao necessário combate contra a asfaltação massiva dos arruamentos urbanos impõe-se a nova luta pelo fim da remoção da vegetação daninha que nasce e cresce, de forma espontânea, por todo o lado com vantagens ecológicos de todo o género.
A estrela maior da Geringonça que, como se sabe, é uma coligação desconchavada, pouco fiável, embora funcional, constituída pelo Partido Socialista, de centro-direita e pelos seus satélites de extrema-esquerda (Partido Comunista, Bloco de Esquerda e Os Verdes), é Mário Centeno, ministro das finanças de Portugal que acumula com o cargo de presidente do Eurogrupo. Estrela que começou a luzir, pequenina, ao cair da tarde, quando o governo de Passos Coelho entrou no ocaso e foi aumentando de brilho até se transfigurar num pequeno sol.
De facto, é a estrela Mário Centeno que ilumina o governo da Geringonça desde que anunciou a boa nova do fim da austeridade, na alvorada duma inédita governança de esquerda. Só outra estrela, composta de ininterruptos flashes de selfies, que cintila nos céus de Belém, se lhe compara.
Ao invés a estrela meã do primeiro-ministro António Costa foi-se desvanecendo nas trevas de sucessivas tragédias, escândalos e crises, entrando em eclipse total com a recente interposição dum buraco negro partidário centrado na deslumbrada família socialista governamental.
Não admira, portanto, que assalariados, pensionistas e demais bafejados pela sorte inesperada, cedo tenham começado a incensar o ministro Centeno, a tal ponto que a maioria absoluta do partido Socialista foi, durante longos e luminosos dias, um dado adquirido.
O talentoso e sortudo ministro Mário Centeno teve o condão e o mérito de esmagar sistematicamente os melhores argumentos da inteligência financeira, economicista e política nacional e internacional, para gáudio do próprio primeiro-ministro António Costa que esfregava as mãos de contente e impava de vanglória.
Enquanto Rui Rio, seu principal opositor (ou parceiro, mais tarde se verá!) arengava aos peixes no deserto, a inefável Assunção Cristas se diluía em bravatas com António Costa e Jerónimo de Sousa e Catarina Martins, famintos de poder, se lambuzavam sofregamente com as migalhas da mesa do orçamento.
E assim foi que o taumaturgo Mário Centeno, à luz da doutrina oficial que estabelece que tudo o que de bom tem acontecido à economia nacional nos últimos tempos se lhe deve, se converteu num herói (como há poucos), num Salazar democrático (update do original).
Mário Centeno que, espicaçado pelos fariseus do PCP e do BE, com o seu sorriso afável abençoa o pão e os peixes e os multiplica para saciar as multidões esfaimadas, num ágape alucinogénio à base de pescadinhas de rabo na boca e arroz malandrinho.
É com estupefacção, portanto, que os portugueses constatam que a economia nacional não vai assim tão bem quanto Costa e Centeno fazem crer, agora que as condicionantes conjunturais externas dão sinais de não serem as mais favoráveis.
A austeridade aliviou, mas poucochinho, a dívida pública continua a ser uma bomba em potência, a economia faz que anda mas desanda e a governança socialista é um regalo. Ponto final.
Mário Centeno, hábil a baralhar e a tornar a dar, vê agora a sua estrelinha empalidecer. Resta aos portugueses fazer figas e manguitos para que não se apague de todo.
Este texto não se conforma com o novo Acordo Ortográfico.
De um ponto de vista biológico é natural que a luta pela sobrevivência o explique e nos desculpe, mas o ser humano não é flor que se cheire. Nas palavras do escritor andaluz arturo pérez-reverte, “el ser humano es un hijo de puta muy peligroso”. A nossa agressividade não é nova nem está a aumentar, ideia que qualquer manual de história do oitavo ano afasta de raiz. Ela está-nos na massa do sangue, ou nos genes, ou lá o que se lhe queira chamar e não depende de género, idade, raça, etnia, instrução, classe, crença, predileção sexual ou clubística. Quanto a isso, sejam quais forem os rótulos que possamos colocar, a natureza animal fez-nos a todos bastante parecidos.
Muitos preceitos religiosos partem desse pressuposto, a que chamam pecado, e o conceito de salvação não é mais que a salvação da nossa malvadez que, curiosamente, e embora não pareça, provoca tanto dano em quem a sofre como em quem a faz. Nem sequer é de espantar que sejamos maus para os outros, quando a ciência da mente nos diz que também podemos fazer grandes patifarias a nós próprios. O masoquismo é isso mesmo, a pulsão de agredir voltada para dentro, fenómeno tão poderoso quanto vulgarizado. É provável que a única maneira de não sermos agressivos ou, melhor, de o sermos menos, é ter consciência de que o podemos ser. É provável que um paz-de-alma tenha aprendido a conhecer e dominar os seus impulsos e um desordeiro não.
A agressividade e a violência que dela decorre existem, são factos com que temos que lidar. Mesmo que quiséssemos ignorá-las, aí estão os jornais, as televisões e agora a internet para nos lembrar os seus muitos graus e formas. Ainda bem que se divulgam para que se possam condenar. Diminuir o valor da violência ou ignorá-la é tão indesculpável quanto ela própria. Mas há que desconfiar. Estamos envolvidos por um nevoeiro mental que entre outras coisas nos leva a ver o mundo a preto e branco, passar ao lado das nuances da realidade, excluir o incerto e o duvidoso que estão em toda a parte: as pessoas ou são boas ou são más, virtuosas ou viciosas, vítimas ou agressoras. Mas por que não as duas coisas? Por que razão não podemos ter um anjo num ombro e um demónio noutro?
Isto por um lado. Por outro, os meios de comunicação estão pouco interessados na verdade, na objetividade e na reflexão sobre elas. Tendo em conta que a realidade é complexa e ambígua, colocam-se entre nós e ela (por isso se chamam media) fazendo o favor de no-la interpretar. À primeira vista pode parecer simpático, e de certo modo é. O problema surge quando a filtram de forma simplista e no-la dão em espetáculo para causar impacto, o que hoje em dia é a regra, e em vez de informados somos desinformados.
O número de mulheres maltratadas ou mortas às mãos de homens inseguros, ciumentos, ressabiados é trágico para todos os efeitos. Nem que fosse só uma já o era. Por acaso, na nossa espécie (ao contrário de outras) o macho é geralmente mais forte do que a fêmea, podendo servir-se dessa superioridade para arrear na parceira quando a vida não lhe corre bem. Mas, sempre que o arcaboiço lho permite, a mulher pode também ser agressora. Em sete por cento dos casos, segundo as estatísticas, não sendo difícil calcular que o número peque por defeito se pensarmos que muitos desgraçados que as chupam se calem por vergonha.
Depois não se trata só de espancar ou assassinar. É do senso comum que a violência psicológica pode ser tão ou mais destrutiva do que a física. Acontece que neste campo as forças entre os sexos se apresentam bastante mais equilibradas, se é que não se pode considerar que a mulher leva vantagem. Muitas vezes, no recato das vidas caseiras, ela exerce um poder real através da astúcia, da intriga e da manipulação; presta um culto continuado a conflitos, dificuldades, complicações, e não costuma ser escassa quando se trata de esgrimir o impropério.
Suponho por isso que nalguns casos de violência doméstica a comunicação social nos dá a conhecer apenas a ponta visível de um icebergue. Um produto em cuja manufatura participaram ativamente dois artífices. O resultado de uma guerra em que cada combatente lutou com as suas armas. O desfecho infeliz de um drama em que dois protagonistas agiram e se condicionaram e não existiria se uma das partes, qualquer delas, negasse o seu contributo ou, uma vez iniciado, arranjasse forma de se distanciar.
Ter, 30/04/2019 - 09:35
Diversas são as designações, mas desde tempos primordiais que as comunidades humanas, culturas e civilizações, integraram, na sua relação com o mundo, a suspeita da existência de entidades promotoras do mal, da dissensão e da desordem, sempre dispostas para a gargalhada tenebrosa sobre os despojo
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Qua, 24/04/2019 - 11:48
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Qua, 24/04/2019 - 11:44