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Vila Flor consegue apuramento histórico para a fase final do Campeonato de Elite de Futebol de Praia

Ter, 06/08/2024 - 15:16


Foi em Vila Flor que tudo se decidiu. A equipa da casa venceu o Torre, por 4-3 e ficou à espera de um desfecho favorável dos bracarenses na partida entre o Sporting Clube de Braga e o Leixões, que se veio a concretizar com vitória dos minhotos, por 3-7.

Investimento no mercado de arrendamento “será cada vez mais atractivo”

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Ter, 06/08/2024 - 12:35


Segundo os cálculos da Associação Portuguesa de Proprietários, um imóvel adquirido por 150 mil euros vai começar por pagar mais de 1800 euros de Imposto Municipal sobre Transações, 1200 de imposto do selo e mais de 700 de escritura pública.

Bragança foi o único território que respondeu ao apelo da Cáritas para ajudar população em caso de calamidade

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Ter, 30/07/2024 - 10:27


Portugal abriu os olhos para uma realidade iminente, depois do incêndio de 2017, em Pedrogão Grande: prestar o melhor apoio possível em caso de calamidade.

40 enfermeiros de Bragança continuam a desesperar por ser monetariamente reconhecidos como especialistas

Ter, 30/07/2024 - 10:21


Vários enfermeiros reuniram-se, esta segunda-feira, em frente ao Hospital de Bragança, como forma de protesto. Em causa está a falta de reconhecimento aos profissionais que não transitam na carreira, desde 2019, apesar de serem detentores do título de enfermeiros especialistas.

Elevadas temperaturas podem provocar escaldão na uva e fazer cair produção

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Ter, 30/07/2024 - 10:17


Os produtores de vinho estão preocupados com as elevadas temperaturas que podem causar escaldão na uva e ter impacto na produção. Nos últimos dias, os termómetros marcam temperaturas perto dos 40 graus e em alguns concelhos, como Mirandela, até ultrapassa.

Haja vontade

Quando é que se aperceberam de que estão rodeados por pessoas extraordinárias? Talvez ainda nem se tenham dado conta. Tentem fazer esse exercício hoje - olhar para as pessoas como pessoas. Saborear-lhes a alma, ver-lhes as entranhas. Há uma famosa frase que diz que ninguém é tão ignorante que não possa ensinar nem ninguém tão sábio que não possa aprender. Todas as pessoas com quem nos cruzamos deixam algo em nós, se der-mos chance. Quando não dermos, ficamos a perder. Num presente em que tudo é uma rápida sucessão de eventos e onde nunca temos tempo na ânsia de avançar, tem-nos faltado apreciar os outros seres humanos. Apreciar, na verdadeira acepção da palavra. Quando foi a última vez que pararam para dar da vossa disponibilidade a alguém? Que se detiveram para ouvir e fazer perguntas? Ainda sabem como é ter uma conversa onde ambos estejam presentes e empenhados, sem termo? Estaremos mesmo com menos tempo disponível, fruto do ritmo de vida agitado que levamos? Ou essa é a nossa boa desculpa? A vida vai acontecendo à nossa volta, mesmo que não façamos nada por isso. Com ou sem efeitos borboleta pelo meio, vai correndo. E nós sempre a dizer que hoje não tivemos uma oportunidade para, que não deu porque, que se meteram outras coisas. E os ponteiros avançam e perdemos as pessoas. Como fumo, vão desaparecendo. Desapareceram sem que, sequer, déssemos por isso. É que “hoje não tive uma oportunidade para”, “não deu porque”, “meteram-se outras coisas”. Com elas vão lições e vivências que nunca vamos entender. É que a prioridade nunca são as pessoas. A bateria está sempre apontada para um lado menos claro e nem sempre definido. Há sempre algo que parece mais imediato. E as pessoas... bem... isso logo se há-de ver. Têm parado para dar apreço aos vossos entes queridos? Fazer-lhe perguntas sobre o mundo, sobre o que os move, sobre coisas aleatórias da vida? Sabem o que eles fazem de melhor? Já os viram em todas as suas luas? E por que motivo escolhemos manter algumas pessoas e descartar outras? Qual é o critério, se nem lhes vimos a essência? A vida é um lugar incrível para se morar, em especial rodeados de vizinhos. Viver num enorme bairro é melhor do que viver num condomínio fechado. Que bom é poder bater na porta desses vizinhos e chamá-los para uma festa, onde, a meio da dança, olhamos para o lado e vemos. Vemos, de verdade, e ficamos felizes, por saber quem é o vizinho que ali está, a segurar-nos pela mão. O relógio estica ou encolhe conforme quisermos. Não nos falta tempo - falta vontade. Haja vontade. As pessoas extraordinárias estão à nossa espera, mesmo aqui ao lado, com a mão esticada à espera que a agarremos para irmos bailar.