Opinião

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01/02/2022

Nestes tempos de campanha eleitoral verdadeiramente, ando com a cabeça à roda. Até me dói o coração. Sim, sinto-me como enjoado com a propaganda das pessoas e viaturas que passam. De todo este clima estranho acordo assim todas as manhãs.

01/02/2022

Escrevo esta crónica no dia 27 quando ainda não são conhecidos os resultados eleitorais, como é óbvio, e as sondagens cada vez mais baralham os espíritos. Acresce que esta Crónica apenas será publicada depois de consumado o acto eleitoral.

01/02/2022

Tradicionalmente, a compra e venda de um imóvel estava sujeita a escritura pública realizada pelo notário.

01/02/2022

O Mundo é, claramente, de plástico. Sim, este devia ser um alerta para as alterações climáticas. E, é. Também. Sintam-se alertados. Mas estava mesmo a falar das pessoas. Tal como aquela música dos finais dos anos 90 dos Aqua (que é feito dessa malta?).

01/02/2022

Ora boa tarde, estimados amigos. Antes de mais, feliz ano novo! Muita saúde e boa disposição para este novo ano. Espero que estas palavras vos encontrem de bem com a vida. É que o pessoal que bota crónicas nos jornais é todo meio mal-educado.

01/02/2022

Calouste Sarkis Gulbenkian, refugiado da Segunda Grande Guerra que a ditadura portuguesa de direita acolheu, em Lisboa, fez fortuna a negociar petróleo e interesses petrolíferos tendo deixado à Fundação que criou, ricos ativos nessa indústria.

25/01/2022

O meu professor de português, latim e grego, o insigne e proficiente Dr.

25/01/2022

Fábula fascinante, o livro de 1945 do inglês george orwell “animal farm”, título por cá curiosamente traduzido por “o triunfo dos porcos”.

25/01/2022

Há razões que a razão desconhece é frase finalização de conjecturas elaboradas em torno de decisões que nos parecem despropositadas, abstrusas, torpes ou inclassificáveis, as quais mais tarde mesmo os seus autores as classificam de veemente asneira embebida em algodão em rama, a consciência do en

25/01/2022

Ora viras tu, ora viro eu, ora viras tu mais eu. É assim que costumamos dizer quando nos referimos ao Vira, dança caraterística do Minho, mas conhecida em todo o Portugal.