Cursos CTeSP do IPB não vão abrir em cinco concelhos porque não há alunos
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Ter, 24/09/2019 - 14:59
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Ter, 24/09/2019 - 14:51
Ter, 24/09/2019 - 12:26
O treinador retira essa pressão à equipa e garante que, pelo menos este ano, o objectivo do clube passa por construir “uma equipa para o futuro”. “Há muitos jovens que têm pernas para andar aqui ou noutras equipas. De resto, nós não queremos assumir nem vamos assumir nada.
Ter, 24/09/2019 - 12:18
A prova realizou-se pela primeira vez em Portugal, começou na sexta-feira e terminou no domingo, reunindo cerca de 200 participantes de 15 países. Destaque para as estreias de Nuno pires, do Monóptero Bikers de Mogadouro, e de Emanuel Soares, do Clube de Ciclismo de Sendim.
Programa científico
DIA 10 DE OUTUBRO DE 2019
09h - 09h30h Abertura do secretariado
09h30 - 11h 1.ª mesa - 90 min.
SAÚDE DA MULHER COM DIABETES
Moderação: Dr.ª Joana Freire (Interna MGF da ULSNE - Coordenadora Concelhia da Diabetes - UCSP Santa Maria)
Palestrantes:
- Dr.ª Maria Manuel Sampaio (Ginecologia e Obstetrícia - Hospital CUF - Porto)
Contraceção na mulher com diabetes tipo 1 - 20 min.
- Dr.ª Cláudia Nogueira (Endocrinologia - CHTMAD)
Ter, 24/09/2019 - 10:15
Olá, como estão os leitores da página do Tio João?
No dia 23 entrou o Outono e o Verão despediu-se em lágrimas, pois no sábado tivemos uma chuva bem caidinha.
A partir de agora e até à entrada do Inverno (dia 22 de Dezembro), os dias serão cada vez mais pequenos. Por isso é que o povo diz que “no Outono, o sol tem sono”.
Já começaram as vindimas nas nossas terras. O primeiro a vindimar na aldeia de Paredes (Bragança) foi o tio Estevinho, no dia 15.
O tio Alcino Silva, de Vinhais, continua a bater na tecla de que as pessoas devem deixar “amadurar” mais as uvas, porque se não o vinho ‘vira’ para vinagre. Todos os nossos tios que ainda não fizeram a vindima, já têm o dia marcado, por causa das ‘torna jeiras’.
A liberdade de imprensa é um dos pilares fundamentais da democracia. Um estado democrático precisa de jornalistas livres, independentes e vigilantes. Num período em que a desinformação constitui uma ameaça às boas práticas jornalísticas e à credibilidade dos media, a União Europeia não se alheia dos problemas que os seus Estados-Membros enfrentam.
Os valores que todos prezamos – e que a União defende diariamente – têm sido postos à prova. O assassinato da jornalista maltesa Daphne Caruana Galizia, em 2017, e do jornalista eslovaco Jan Kuciak, em 2018, ilustram dois ataques aos princípios basilares da nossa União. Os jornalistas não podem ter as suas vidas em risco por causa da profissão que exercem.
Perante a necessidade de promover e preservar a liberdade de imprensa e o pluralismo dos media, a Comissão Europeia disponibilizou 4,2 milhões de euros, que serão repartidos por três iniciativas que se complementam:
l 1,4 milhões para projetos que visem estabelecer um mecanismo europeu de combate à violação da liberdade de imprensa nos Estados-Membros. Esta ação terá duas finalidades: por um lado, proteger os jornalistas de ameaças ao livre exercício da sua atividade; por outro, manter o público informado, através de um trabalho de escrutínio e monitorização do poder político.
l 1,5 milhões destinados à criação de um fundo de apoio ao jornalismo de investigação transfronteiriço na União Europeia. O objetivo será incentivar a colaboração entre jornalistas de vários Estados-Membros e apostar num jornalismo de investigação ativo e robusto.
l 1,3 milhões com vista à inclusão de jornalistas e organizações não-governamentais em projetos que apoiem um jornalismo independente, cooperativo e livre. Esta ajuda estimulará os jornalistas e respetivas organizações noticiosas a produzirem jornalismo de qualidade, através de ferramentas inovadoras e partilha de experiência entre as várias partes envolvidas.
Em Portugal, várias iniciativas têm sido celebradas para incentivar profissionais e estudantes a investirem no jornalismo de investigação. O Prémio Fernando de Sousa, por exemplo, distingue trabalhos que ofereçam um melhor entendimento das questões e instituições europeias.
Já ao nível europeu, o projeto Jornalismo de Investigação pela EU (#IJ4EU), tem produzido trabalhos que comprovam a importância de uma imprensa livre. As séries de reportagens sobre espiões russos na União e a investigação sobre uma rede de negacionistas das alterações climáticas são exemplos de grandes histórias com “selo UE”.
O convite à apresentação de propostas está aberto até ao dia 27 de setembro de 2019. A Comissão Europeia orgulha-se de apoiar os “guardiães da democracia” e de investir no seu – e nosso – futuro.
Sofia Colares Alves
Chefe da Representação da Comissão Europeia em Portugal
Normalmente quando alguém se quer enforcar, não compra qualquer tipo de golas e nem sei sequer se as há para esse efeito. Possivelmente não há. O método de enforcamento é completamente diferente e também ninguém vai pedir instruções seja a quem for, para se enforcar. Quando alguém quer cometer esse tipo de atrocidade individual, fá-lo sozinho e em completo silêncio. Só os condenados à morte por crimes cometidos subiam ao cadafalso perante a multidão silenciosa e estupefacta, que assistia quase incrédula, à execução do criminoso a quem colocavam previamente, uma grossa corda à volta do pescoço.
Podemos dizer então que havia dois tipos de enforcamento: um por crime e outro por iniciativa própria. Infelizmente, este último ainda subsiste em grande escala, mesmo em Portugal e com alguma preponderância no Alentejo. Talvez a cobardia esteja na base de tal iniciativa. A fuga a responsabilidades e o medo de encarar consequências, leva a este tipo de atitudes inqualificáveis e desnecessárias.
Mas a verdade é que há casos em que não sendo a cobardia a mover situações destas, elas acontecem quase sem querer ou sem se esperar e até sem se saber quem vai sofrer as consequências ou ser enforcado. E que motivos estarão na base de tal castigo.
Ficámos bastante admirados quando no início da época dos incêndios surgiram notícias a referir a aquisição por parte do governo, de golas antifumo ou antiígnias ou anti qualquer coisa, que as pessoas deveriam colocar no pescoço para evitar morrerem asfixiadas ou mesmo queimadas e que foram distribuídas pela população mais em risco de enfrentar situações em presença de incêndios. Lembramo-nos bem do que então se divulgou e da importância que isso teria para as populações. O governo enalteceu a sua própria ação que seria de louvar se por trás dela não houvessem rabos-de-palha para atiçar mais os incêndios no futuro.
As investigações que se seguiram sobre o processo de aquisição dessas golas antifumo que foram financiadas pela União Europeia em cerca de dois milhões de euros, levaram à descoberta de um contrato de três milhões de euros onde os intervenientes estavam comprometidos, de alguma forma, com elementos do governo, indiciando atos ilícitos e favorecimento em negócio por quem não deveria. Suspeita de crime, logo castigo dos criminosos.
O que ninguém estaria à espera era do desfecho que tal investigação e relatório final suscitaram. De facto, o ministro da tutela e o secretário de estado, demitiram-se do cargo a semana passada, já que por eles passou o contrato assinado com as cerca de treze empresas fornecedoras das golas e do material que com elas vinha para o mesmo efeito. Mas aconteceu. Enforcaram-se sem contar e com golas que aparentemente serviriam para salvar pessoas. Coisas do destino! Crime e castigo. Li há muitos anos um livro com este título, mas não tinha golas, nem ministros.
Em altura de início de campanha para as eleições legislativas, este episódio não traz benefício algum a Costa e ao PS. Será tema de campanha, certamente. A demissão do ministro e do seu secretário de estado, leva a uma substituição desses elementos e consequentemente à alteração do governo o que significa colocar no governo pessoas a prazo, a muito curto prazo, e que possivelmente, também elas se queimarão, já que não têm golas salva-vidas! O tempo de vigência acaba em Outubro. Pode ser que tenham sorte e Costa possa chamá-los para o novo governo, ou talvez não.
Na verdade, o que se nos apresenta como possibilidade concreta é o PS ganhar as eleições com quase maioria absoluta e isso significa ter de constituir novo governo. Os apoios virão certamente de algum lado. Claro que se perfilam todos os partidos para tirar dividendos dessa oportunidade de completar a maioria necessária ao novo governo. Nele, podem entrar os novos elementos do executivo do Ministério da Administração Interna. Seria uma forma de fugir ao escaldão!
Seja como for e o que daqui para diante se nos apresentar, a campanha trará mais descuidos a público e quiçá, alguns laivos de corrupção acrescida, que é o que neste país mais se vai descobrindo em cada dia que passa. Infelizmente. Para alguma coisa servem as campanhas, quanto mais não seja para descobrir destas situações onde uns e outros se vão enforcando quase sem darem conta, mas que bem podiam contar com isso. Hoje todos são inspetores e investigadores e até acusam e condenam na praça pública os que bem entendem, mesmo sem que os tribunais e a justiça tenham funcionado previamente. Os visados são enforcados em público sem serem condenados. Rui Rio quer acabar com isto. Já o disse e prometeu, se for primeiro-ministro. A comunicação social terá de estar mais atenta a estes pressupostos e ao que escreve, sobrepondo-se aos tribunais e à justiça, sob pena de ser ela a enforcada. E como não tem destas golas, que deixam muito a desejar, talvez não se safe … ou talvez sim.
Habituado desde muito cedo à leitura diária dos jornais que são uma poderosa, fácil e pouco dispendiosa fonte de informação, cultivo hoje uma saudável e regular prática de observação e acompanhamento do que se passa no mundo sobretudo no nosso país, atrevendo-me de onde em onde a intervir, aplaudindo ou criticando consoante a natureza, decurso e objectivos dos casos publicados.
A liberdade de imprensa que a revolução de Abril de 74 ofereceu aos portugueses a par da dinâmica introduzida no Poder Local, foi a maior conquista do regime democrático que hoje desfrutamos e defendemos vivamente.
Decorridos bem mais de quatro décadas sobre essa data histórica, ninguém de boa-fé discordará como o jornalismo tem sido importante na investigação e denúncia dos numerosos casos de corrupção que tem infestado o nosso país. E como têm caído na lama alguns ícones da política e da mais elevada escala social!..
Vem isto a propósito duma notícia que circulou nas primeiras páginas dos jornais protagonizada pela actual ministra da saúde e demais membros do seu gabinete e na qual com pompa excessiva e circunstancia desajustada anunciaram algumas medidas, coisa pouca, sobre a questão da humanização dos hospitais, competência e preocupação das administrações que a mesma ministra nomeia!
Claro que não está aqui em causa a natureza da matéria anunciada! O que nós discordamos e reprovamos vivamente é o facto de tal anúncio ser feito a menos de um mês das eleições quando existe legislação que proíbe tal prática e sobretudo quando milhares de portugueses aguardam resignados há anos por uma cirurgia reparadora, outros tantos não tem ainda médico de família e já agora, 15.000 diabéticos no distrito de Bragança continuam sem médico especialista, uma inaceitável discriminação que os responsáveis locais da saúde persistem em desconhecer perante o silêncio da tutela.
Trata-se, pois, duma intervenção declaradamente eleitoralista pouco transparente e sobre a qual, como diz o bom povo “ ninguém mexeu uma palha”!
Em democracia, a relação entre governantes e governados, mais concretamente os contribuintes eleitores, exige mais cuidados e maiores responsabilidades. E isso, não foi tido em conta.